Viagens pelo Brasil


Boa noite,

Não este tópico não é referente ao projeto criado pela Marta “Viaja Mais Melhor Idade” que aliás não rima com nada, os descontos são toscos, levando em consideração o valor médio que um aposentado recebe hoje.

Uma das vantagens em ter pouco juízo, um tanque cheio de combustível e muita coragem é criar uma rota que não existe no google maps.  Estava na casa da minha família na cidade de Caiabu (uma cidade com um pouco menos de 5mil habitantes, localizada a oeste do estado, famosa por….. absolutamente nada hahaha).

O melhor da região certamente é a cidade de Presidente Prudente, que possui excelentes bares e restaurantes, vida noturna agradável. Não é uma das cidades mais seguras do Brasil, mas está longe de ser uma das piores para se morar.

Traçando a rota de Caiabu para Presidente Prudente no mapa, existe apenas uma rota…. do centro da pequena cidade até a rodovia Assis Chatoubriand e pronto.

Por que fazer a mesma rota sempre? vamos variar e ver no que vai dar….. Decidi trocar 42km de asfalto por 15km de estrada de chão.

Acho que pela foto deu para ter uma noção do que esperava… uma excelente estrada de chão, sem qualquer buraco ou cascalho… sem dó nem piedade cravei os 80km/h que podiam facilmente ser 100km/h mas eu preciso conservar rodas, pneus e suspensão do carro, então foram poucos os momentos que eu acelerei mais forte.

Como nem tudos são flores, encontrei o primeiro obstáculo do caminho… uma ponte de madeira

Cenário 01: A PONTE DO RIO QUE CAI

Além da bela paisage, fui obrigado a descer do carro para conferir de perto as condições da ponte, por ela ser larga desse jeito, provavelmente deve ser caminho de caminhões de boi, cana ou similares.

Fui até metade da ponte, dei uma olhada em volta e realmente eu posso falar que não existe um lugar melhor para relaxar do que o interior, me fala se diante de uma cena dessa, existe a possibilidade de você se preocupar com algum relatório que precisa ser entregue ou e-mail para responder?

Voltando a ponte…. parcialmente quebrada, mas nada para me preocupar…. se fosse de moto eu teria um bom motivo para tentar desviar o caminho.

Cenário 02: PERDIDOS NO ESPAÇO

Praticamente impossível andar em linha reta, tive que invadir umas 2 fazendas para acertar o caminho. Nessa altura do campeonato o GPS só prestava para informar o horário e eventualmente a velocidade do carro.

Coordenadas geográficas? esquece… parecia um parafuso, ficou girando o mapa tantas vezes que eu só não desliguei o GPS porque estava engraçado.

Vejam pela foto que o GPS ficou completamente verde, sem qualquer informação de lugar ou rota, reparem também que a estrada está completamente seca, haviam algumas pedras no caminho, mas nada que me preocupasse tanto quanto a foto abaixo.

O que faltou de água no rio da ponte, sobrou aqui na estrada, parecia que choveu somente ali. Qualquer jipeiro com o seu 4×4 adoraria passar “comendo lama”, mas o corsinha…. coitado… tração dianteira e pouco peso, fizeram eu sair da reta várias vezes, poucos metros depois fui jogado para um banco de areia…. – da água para o vinho perceberam?

Cenário 3: Rally dos Sertões

Areia pura, sem qualquer sinal de chuva, cada acelerada eu sentia que a roda patinava, a graça era pisar forte no acelerador e fazer com que o carro não fosse jogado para fora da estrada.

Depois de alguns minutos no deserto de sal, visualizei uma rodovia…. ( ? )….

Adiante uma placa informava o início do Perímetro Urbano…. Vou continuar o relato amanhã…. esses 15km me custaram caro (rs).

Obrigado

Faça-se a luz! Faróis Xenon


Boa noite,

Vou atualizar um pouco o tópico sobre de como funciona o Xenon. Esta semana eu estava pela rodovia Castello Branco e vi que existe uma grande quantidade de carros importantes que estão sendo equipados com faróis xenon. Mais importante do que usar é enteder o seu funcionamento, espero que com o tópico abaixo seja possível esclarecer dúvidas de pessoas que desejam instalar ou que já possuem o xenon instalado no carro ou na moto (que aliás eu não curto muito em motos… =D )

Imagine um carro equipado com um sistema de iluminação duas vezes mais potente que os faróis tradicionais. Acrescente também a possibilidade de o dispositivo consumir menos energia, e além disso durar mais. Apesar de ainda estar restrita aos modelos mais luxuosos, essa nova tecnologia de iluminação já existe e responde por um nome: xenon.

Na Europa, a Bosch produz o sistema xenon sob o nome de Litronic. Este sistema já é usado pelas principais montadoras, como Audi, BMW e Mercedes-Benz, e se difundiu em grande parte por seu forte apelo a segurança e conforto. No Brasil, ela é hoje encontrada como opcional nas versões mais luxuosas de alguns modelos.

O segredo dos faróis xenon está na adoção de lâmpadas de descarga por gás, ao invés da convencional tecnologia de lâmpadas por filamento. A descarga de eletricidade, em contato com o gás xenônio, produz uma reação química, resultando numa luz cerca de duas vezes mais forte. Além disso, a iluminação de xenon possui tonalidade mais branca e próxima à iluminação natural do dia. Mesmo assim, o consumo da lâmpada xenon é de 35 watts, o que resulta em uma economia de 36% em relação às lâmpadas comuns, chamadas de halógenas.

Apesar do segredo do sistema estar nas lâmpadas de descarga por gás, o funcionamento dos faróis xenon se completa com um dispositivo chamado starter. Diferente dos tradicionais holofotes de estádios de futebol, que demoram para acender, os faróis xenon possuem ativação instantânea, chegando a sua máxima eficiência em poucos segundos, graças ao fornecimento extra de energia liberado pelo starter.

O sistema xenon possui ainda uma unidade de comando para o controle da tensão elétrica que chega aos faróis. A principal função desta unidade é evitar oscilações na iluminação, quando, por exemplo, se dá partida no motor do carro ou quando ele é desligado. Além de manter uma iluminação estável, o controle de tensão garante à lâmpada do farol uma vida útil cerca de cinco vezes maior que a dos dispositivos convencionais.

Henry Ford


Boa noite,

Henry Ford nasceu em 1867, na cidade de Springwells Township, 16 km a oeste de Detroid e ele morava numa fazenda de classe média. Ele sempre se interessou por mecanismos de relógios. Desejava seguir sua carreira como relojoeiro e vender cada relógio por 30 centavos, porém, em 1876, quando viu pela primeira vez um veículo de autopropulsão, ele mudou o curso de sua vida e passou a interessar-se em motores a vapor. Ainda nesse ano seu pai, William Ford, Construiu a maior máquina a vapor do mundo, pois ela ocupava dois andares e gerava 1600 cavalos de potência. Para se ter uma idéia de como a tecnologia avançou desde então até os dias atuais, hoje um motor de Dragster gera em torno de 2500 cavalos e tem o mesmo tamanho de um motor V8 comum.

Depois deste primeiro contato, Henry ficou fascinado com com o primeiro motor de combustão interna à gasolina. Na véspera do natal de 1893, quando o filho dele, Edsel, havia nascido, Henry arrastou seu primeiro motor para a cozinha e o colocou em cima da pia. O motor era simples, tinha apenas um cilindro, mas havia funcionado com a ajuda de sua esposa – Clara Bryant. Henry ligou a vela à corrente elétrica da casa e deu a Clara o sinal para injetar gasolina no carburador, enquanto ele girava um parafuso para permitir que o gás vazasse pela válvula. O motor rangeu e sacudiu com violência, expelindo fumaça e chamas pelo escapamento. Depois disso ele resolveu aperfeiçoar o motor e construiu um automóvel para rodar com ele. Em 1896 ficou pronto seu primeiro automóvel, o Quadriciclo, esse protótipo pesava apenas 220kg e podia circular com uma com uma velocidade em torno de 16 e 32 km/h.

Em 1903 Henry Ford construiu outro carro – o seu modelo A -, mas este foi realmente lançado apenas em 1927 com a difícil tarefa de substituir o modelo T, que havia sido lançado em 1903, ano em que foi criada a Ford Motor Company. Henry Ford havia desenvolvido uma nova técnica de produção que diferia do então comum modelo artesanal de produção: era o desenvolvimento em série, caracterizado pelos historiadores como o fordismo.

O modelo T foi criado para ser um carro popular, tendo um custo final ao consumidor de 860 dólares. Incrivelmente, após atingir a fascinante marca de 1 milhão de unidades vendidas em apenas em 1920, em 1921 alcançou-se a marca do segundo milhão de unidades. No último ano de produção deste modelo, em 1927, ele custava apenas 360 dólares.

Em 1919 a Ford se instalou no Brasil para produzir os modelos T e TT, além de que Henry Ford criou uma cidade na Amazônia para fabricar pneus.

Os modelos T eram tão versáteis que alguns proprietários os adaptaram em funçao de transportar gado, fazer frete, reunir cavalos, combater incêncios, gortar grama, ser dirigido na neve e até ser transformado em “casa móvel”. Henry Ford também dedicou um pouco de sua vida para a aviação, pois dele era o TriMotor, lançado em 1925, e também era apelidado de “Tin Goose” e “Modelo T do Ar”, ambos da Ford Airlines.

Ao longo de sua vida, Henry Ford também criou a Lincoln, uma divisão de luxo da Ford em homenagem ao presidente Abrahan Lincoln e a Mercury, uma divisão de carros intermediários. Henry Ford faleceu em 1947, no dia 7 de abril.

Obrigado

Intercooler


Boa noite,

Intercooler, palavra tão falada no meio automobilístico, sempre ligada ao turbo compressor, muitas vezes também conhecida como pós resfriador, é um equipamento muito utilizada nos motores, mas qual sua função ?

Como já vimos, os motores turbinados “empurram” o ar para dentro do motor com pressão que, normalmente chega a 2 atmosferas e pelas leis da física, pressão gera temperatura, daí o ar aspirado pelo motor estará muito quente, mas o que isso tem a ver com o intercooler ?
Quando o ar é aquecido, suas moléculas se dissipam, entre elas a do oxigênio que é o responsável pela combustão juntamente com o combustível. Para ficar mais claro vamos pensar da seguinte forma. A temperatura normal, em 1 litro de ar teríamos uma quantidade “x” de oxigênio, quando o ar é aquecido, o mesmo litro de ar teria “x-y” moléculas de oxigênio o que anularia um pouco a ganho gerado pelo turbo, já que teríamos menos oxigênio para queimar devido a alta temperatura.


Para resolver esse problema, temos que abaixar a temperatura do ar novamente e é aí que entra em cena o intercooler, que nada mais é que um radiador de ar, semelhante ao utilizado para abaixar a temperatura da água do radiador dos motores.


O ar aquecido que sai do turbo e é conduzido até esse radiador, passa por muitas aletas que tem a função de trocar calor com o meio ambiente. Na saída, o ar atinge uma temperatura muito mais adequada, podemos dizer que, em média, o ar entra no intercooler à 140 º C e sai à 60 º C, com muito mais moléculas de oxigênio no mesmo volume, perfeito para gerar um bela combustão e termos um desempenho ainda melhor do que apenas motor turbinado.

O controle das temperaturas de um motor, quer seja da água, do óleo, do combustível ou do ar, exerce grande influência no desempenho, cabe ao intercooler fazer esse controle do ar no caso de motores turbinados.
Para quem vai turbinar um motor, o gasto extra com o intercooler vai valer a pena, é só conferir.

Quem faz o serviço?

  • Nascar – PowerChips
  • MVS Preparações
  • Herrera MotorSports

Obrigado

Tudo sobre Pneus – Parte I


Boa noite,

Para compensar o meu úlitmo post sobre pneus, estou criando este novo muito mais rico em detalhes. Para alguns o pneu nada mais é do que uma estrutura de borracha que fica abaixo do carro, levando pancada e caindo em buraco todos os dias.

Para nós, um pneumático (do latim tardio pneumatĭcus, por sua vez do grego πνευματικός, derivado de πνεῦμα “sopro”), mais conhecido simplesmente por pneu, é um artefato circular feito de borracha, foi criado por Charles Goodyear o qual pode ser inflado com ar ou com água. Pode ainda ser maciço. Utilizado por veículos em geral, como carros de passeio, caminhões, tratores, bicicletas, carrinhos de mão etc.

Geralmente é de cor negra devido ao fato de, durante a fabricação, ser adicionado negro de fumo à composição da borracha. Sem esse elemento, os pneus se desgastariam muito rapidamente.

Viram como tem muita coisa por trás de um simples borrachão?

Estrutura do Pneu.

  • Carcaça: parte resistente do pneu; deve resistir a pressão, peso e choques. Compõem-se de lonas de poliéster, nylon ou aço. A carcaça retém o ar sob pressão que suporta o peso total do veículo. Os pneus radiais possuem ainda as cintas que complementam sua resistência;
  • Talões: constituem-se internamente de arames de aço de grande resistência, tendo por finalidade manter o pneu fixado ao aro da roda;
  • Parede lateral: são as laterais da carcaça. São revestidos por uma mistura de borracha com alto grau de flexibilidade e alta resistência à fadiga;
  • Cintas (lonas): compreende o feixe de cintas (lonas estabilizadoras) que são dimensionadas para suportar cargas em movimento. Sua função é garantir a área de contato necessária entre o pneu e o solo;
  • Banda de rodagem: é a parte do pneu que fica em contato direto com o solo. Seus desenhos possuem partes cheias chamadas de biscoitos ou blocos e partes vazias conhecidas como sulcos, e devem oferecer aderência, tração, estabilidade e segurança ao veículo.
  • Ombro: É o apoio do pneu nas curvas e manobras.
  • Nervura central: proporciona um contato “circunferencial” do pneu com o solo.

Pneu com vista em Corte.



Dicas Rápidas


Sistema antitravamento de freios (ABS)
O sistema ABS, ao contrario do que se pensa, não aumenta a eficiência dos freios. O que acontece é que as rodas não travam, elas rodam em pequena velocidade permitindo que o motorista faça manobras.
Com as rodas travadas, o veículo se arrasta mantendo a trajetória, independente da posição das rodas. Com o ABS, o veículo não se arrasta e obedece a trajetória escolhida pelo motorista. O ABS é muito útil para evitar colisões em baixa velocidade. Não se iluda: em alta velocidade ele pouco pode ajudar.

Agora ABS em moto é outra história…. assistam o vídeo.

A principal vantagem do ABS é a possibilidade de realizar uma curva (entenda desvio) com o pé travado no freio. Eu fiz o curso de pilotagem do centro Roberto Manzini, com o curso você muda muda muitos conceitos sobre técnicas de pilotagem. O Cerberus não tem ABS logo eu tenho que “bombar” o pé no freio para fazer o “ABS Manual’.

Será obrigatório em todos os carros no Brasil até 2014, bom para a nossa segurança, ruim para o preço do carro popular. Acho desnecessário um carro 1.0 vir equipado com ABS, acho melhor o Detran mudar a grade curricular as auto-escolas para fazer o aluno aprender a parar o barco, do que incluir ABS e encarecer o carro em pelo menos 4mil.

Abraços

Sopa de Letrinhas III


Boa noite,

Dando continuidade no dicionário de termos técnicos, vou postar mais alguns populares.

Gostaria de agradecer o participante Jean Mario pela colaboração no tópico “Problemas com a Gasolina“, excelente participação, de muito valor para o Blog.

balancins

componentes metálicos localizados no cabeçote dos motores que, acionados pelos ressaltos (cames) do comando de válvulas, transferem esse movimento às válvulas, abrindo-as. Quando são roletados (montados com roletes), permitem redução do atrito e aumento da potência.

balanços

termo de Engenharia que, no ramo automobilístico, define a distância entre cada eixo (dianteiro/traseiro) e a respectiva extremidade da carroceria. Quanto menores os balanços, mais facilmente o veículo ingressará em rampas ou ladeiras e sairá delas sem raspar.

bar

unidade de medida de pressão, sempre precedida de um número, usada normalmente para aferir enchimento de pneus, volume de ar admitido dentro de um motor ou pressão interna. Cada bar (com minúscula) equivale a cerca de 1 atmosfera, 1 kg/cm2 ou 14,2 libras/polegada.

batidas de pino

expressão popular que indica o ruído característico feito por um motor com detonação, ou seja, com explosões espontâneas (antes da faísca das velas) nas câmaras de combustão. Elas são causadas por combustível inadequado, ignição adiantada ou alta temperatura.

bitola

expressão usada para indicar, num automóvel, a distância entre as rodas de um mesmo eixo. Embora outros fatores também influenciem, normalmente quanto maiores forem as bitolas, melhor será a estabilidade do veículo e menor a possibilidade de capotagem.

bloqueio do diferencial

sistema auxiliar acionado pelo motorista e destinado a impedir que, numa rampa muito íngreme e com pouca aderência, as rodas de um mesmo eixo percam tração. Com o bloqueio acionado, as dianteiras e traseiras recebem a mesma potência.

boxer

tipo de motor em que os cilindros ficam contrapostos na posição horizontal, com o virabrequim ao centro. Traz as vantagens de maior compacidade e mais baixo centro de gravidade, ajudando a estabilidade do veículo. Entre outros, modelos Porsche e Subaru o adotam.

A Volkswagem é a maior fabricante de motores do tipo Boxer do mercado mundial, os seguintes modelos utilizaram esse conceito:

* Fusca/Carocha;
* Brasília;
* Kombi até 2005;
* Variant/TL;
* SP1/SP2;
* Gol até 86 (BX/LS).

brake-light

terceira luz de freio, colocada em posição elevada na traseira (geralmente no limite superior do vidro) de um veículo, para poder ser visualizada através dos vidros dos carros que o seguem e para permanecer funcionando mesmo após impacto por trás.

Obrigado

Sopa de Letrinhas II


Boa noite,

ABS

antilock braking system: sistema antitravamento de freios. Funciona solidário ao sistema principal e utiliza inúmeros sensores para informar à central eletrônica quais rodas estão prestes a travar. Ele, então, alivia a pressão e evita o bloqueio, conseguindo manter a aderência.

aceleração lateral

é o valor da força centrífuga (que tenta jogar o veículo para fora da curva) expresso em g (símbolo da força de gravidade). O teste é feito num círculo com raio padrão de 31,6 metros. Quanto maior o número obtido pelo veículo, mais estável ele é.

acionamento pirotécnico

sistema que utiliza a energia de uma pequena explosão controlada para tensionar adequadamente os cintos de segurança em caso de acidente, eliminando qualquer eventual folga que possa diminuir sua eficiência.

acoplamento viscoso

sistema anexo ao diferencial, responsável pela modulação do torque (força) que chega a cada roda. Esse efeito é obtido por um fluido à base de silicone de alta viscosidade, quando é forçado a circular entre discos múltiplos perfurados.

adaptativo

assim é chamado o câmbio que, por meio de sofisticada eletrônica e diversos sensores, consegue se adaptar à forma de conduzir do motorista, trocando as marchas de maneira mais lenta ou mais rápida para obter melhor economia ou desempenho.


admissão continuamente variável

visa adequar quantidade e velocidade da mistura combustível admitida no motor de acordo com a rotação, para que ele tenha força seja qual for o regime de giros. Isso é feito pelo comando de válvulas especial e/ou coletores de admissão variáveis.


admissão variável

procura adequar a quantidade e velocidade de mistura combustível admitida pelo motor de acordo com a rotação, para que ele tenha força seja qual for o regime de giros. Isso é feito pelo comando de válvulas especial e/ou coletores de admissão variáveis.

ângulos de entrada e saída

indicam a maior ou menor facilidade de um veículo todo-terreno entrar numa rampa ou sair dela sem raspar os pára-choques ou outras partes no solo. Quanto mais próximo do pára-choque ficarem as rodas dianteiras e traseiras, maiores serão os ângulos e a agilidade do veículo.

apoios de cabeça “ativos”

São assim chamados os descansos no alto dos bancos que contam com um sistema automático que os movimenta para a frente e para trás, de maneira a minimizar o perigoso efeito chicote sobre a coluna cervical dos ocupantes, em caso de batida pela traseira.


aquaplanagem

perda de aderência dos pneus com o solo. Geralmente acontece em velocidades elevadas, quando se forma uma lâmina d’água entre o pneu e o asfalto. Mas, caso os pneus não estejam em perfeitas condições, ou se o trecho alagado for muito extenso, pode ocorrer mesmo em baixas velocidades.

arco voltaico

descarga elétrica luminosa formada entre dois eletrodos. Em determinadas lâmpadas, substitui a função do filamento. Também é chamado de arco elétrico.

auto-ignição

também conhecida como “batida de pino”, leva esse nome pelo som característico que marca esse problema do motor. Acontece quando a queima da mistura ar-combustível não é provocada pela faísca emitida pela vela. O combustível acaba sendo detonado antes pelo acúmulo de resíduos resultante do processo de carbonização. Esses resíduos também são inflamáveis se combinados com a gasolina. Caso a auto-ignição perdure por um longo período, há o risco de danos mais sérios ao motor.

Obrigado pela visita!

Louis Renault


Boa noite,

Nascido em 18 de fevereiro de 1877, em Paris, na França, Louis Renault era o quarto filho de Alfred Renault, que tinha uma pequena venda de telas na “Place des Victories”. Na época em que na França só se falava em automóveis, Louis teve a oportunidade de ir ao primeiro Salao do Automóvel de Paris, com apenas 12 anos. A partir daí, Renaul queria conhecer o máximo possível sobre aquelas máquinas, apesar da posição do pai sobre isso. Ele passava dias inteiros no jardim da sua casa fazendo inventos na sua casa em Billncourt, mas vários deles falhavam. Ele inventou um gerador de vapor do qual ganharia dinheiro ao vendê-lo à fábrica de caldeiras Delaunay-Bellevile. Ele deixou a opção de seguir os estudos superiores para trabalhar nesta empresa, mas teve que cumprir com seu serviço militar. Também construiu uma ponte desmontável que o torno admirado pelos seus superiores. Quando terminou a sua temporada nos acampamentos militares, viajou para sua oficina em Billancourt tendo decidido que iria realizar seus projetos ao criar suas própria empresa. Em 1898 ele construiu o Renault tipo A. Era seu primeiro veículo e conseguiu 12 pedidos. Um ano depois patenteou uma caixa de câmbio com 3 marchas à frente e uma à ré, instalada no Renault tipo B, que tinha um motor de 450cm³ refrigerado a ar. Naquele ano foram produzidas 76 unidades e 110 pessoas estavam trabalhando na Renault Freres. Depois, junto ao seu irmão Marcel, fundou a Irmãos Renault. Essa empresa fez sucesso e foi prestigiada com seus automóveis nas competições que aocnteciam, mas Marcel morreu em 1903 por causa de um acident em uma dessas corridas. Quando chegou a Primeira Guerra Mundial, p governo obrigou Renault a fazer armas, daí surgiu o primeiro tanque de guerra, o Renault FT, uma inovação para a época. Quando havia acabado a Guerra, a Renault voltou à produção de automóveis.Com a Segunda Guerra Mundial o governo novamente decretou que a Renault produzisse tanques… Não suportanto a pressão do governo, transferiu-se para os Estados Unidos em 1939. Com a caída da França em 1940, Renault regressou ao seu país para ver a situação da empresa.

Os alemães, interessados na fábrica, lhe propuseram a produção de armamento, e assim se daria início à fase obscura da empresa. Em 1944, quando a França foi recuperada pelos aliados, Louis foi acusado de traição à patria, e já sabendo de seu destino fatal, ele se enfraqueceu rapidamente e morreu em 24 de outubro de 1944, ainda antes do seu julgamento. Em janeiro de 1945, Charles de Gaulle (estadista francês) decidiu nacionalizar a Renault e a companhia passou ser chamada de Régié Nationale dês Usines Renault.

Enzo Ferrari


Boa noite,

Enzo Ferrari nasceu em Modena, na Itália, em 1989. Seu sonho, desde a infância era construir o carro mais bonito e mais veloz do mundo. Aos 10 anos ele já havia construído um crrinho de rolimã vermelho escrito “Ferrari’ na parte de cima e assistiu a uma corrida de carroa, que eram em sua maioria da Fiat. Quando ficou adulto, disputou ele próprio várias corridas. Com um de seus principais concorrentes, Tazio Nuvolari, Enzo aprendeu que na curva ele não tirava o pé do acelerador, assim o carro tendia a não sair pela tangente. Enzo tentou arranjar um emprego na Fiat, para criar uma divisão esportiva, mas foi recusado porque a empresa já havia dispensado centenas de empregados. Ele tentou na Alfa Romeo e foi aceito. Nesta época ele apresentou à marca o projeto de um carro feito por ele mesmo e pelo designer Vittorio Jano, que na época era o melhor do mercado. Depois ele conseguiu fazer um carro de corrida que levava o emblema do cavalo, chamado de Cavalo Empinado, em italiano era Cavalito Rampante.

Em 1926 ele teve um filho da primeira mulher que se chamava Dino, mas ele morreu aos 30 anos devido à sua distrofia muscular. Na metade dos anos 60, Enzo criou a Ferrari Dino, em homenagem ao seu filho.

Durante a guerra ele foi obrigado a se mudar para Maranelo e ainda em Modena a sua fábrica foi destruída. Durante os anos 50 e 60 ele criou vários carros, como o 250 GTO de 1964, que participava também das provas de LeMans e o 365 GT/4 Daytona de1969, que chegava aos 280km/h. Mas nessa época seus carros de corrida às vezes eram criticados pela falta de segurança e muitos pilotos morriam em corridas como as de Lemans ou Fórmula 1. Nos anos 80 ele criou um dos seus últimos carros, a Ferrari Testarossa de 1984, que ultrapassava os 280km/h, o 288GTO e seu último, a Ferrari F40 de 1988, que chegava aos 325km/h. Enzo Morreu por volta de 1988.