40mil acessos


Bom dia,

Hoje estou comemorando 40mil acessos no blog, o número de visitas tem aumentado cada vez mais, obrigado pela participação de todos.

Vou postar aqui algumas estatísticas:

22/11 = record de acessos com 566 visitas

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Experiências – Fusca 1974 – 1.5 4CC


Boa noite,

Voltando de férias eu teria que escrever um pouco sobre o Besouro azul que tanto me divertiu no final de 2010 e início de 2011.

Normalmente quando se fala em fusca, logo se pensa em um carro desconfortável de motor fraco e de consumo exagerado. Pouca tecnologia aplicada sobre o carro, tanto que para os entendidos de mecânica geral, sabe-se que com um metro de arame e um pedaço de pano, resolve qualquer problema no fusca.

Equipado com um motor Boxer de 1500cc (sim mesmo conceito da Subaru e outras montadoras pelas quais não me recordo agora rs), o Fusca foi um grande sucesso de vendas mundial, motor e tração traseira faziam com que o carro fosse bastante estável em estradas não pavimentadas.

A boa relação peso x potência do carro, faz com que ele tenha boas arrancadas e boa dirigibilidade, se os freios forem originais (tambores dianteiros e traseiros) prepare-se para gastar bons cm de solado do sapado, o freio original não muito eficiente faz com que o motorista não ganhe confiança em acelerar um pouco mais o Besouro.

Hoje em dia é bem comum encontrar fuscas equipados com freios a disco na frente, normalmente doados de algum gol ou outro carro da marca. O fusca passou por diversas modificações desde o seu projeto original. Tanto motor e esquema de refrigeração sempre foram aperfeiçoados ao longo do tempo.

Fiz 2 vídeos do carro o primeiro, em uma estrada asfaltada e o segundo em estrada de chão. Infelizmente eu estava dirigindo da forma mais relaxada possível – de chinelo – porém estava com o cinto de segurança (sempre).

Vídeo 1 – Estrada Pavimentada

Vídeo 2 – Estrada de Chão

 

Obrigado

Novo projeto – 2 baterias


Boa noite,

Ultimamente meu grau de exigencia tem se aprimorado cada vez mais… outro dia ouvindo Fear (Disturbed) em MP3, ao final da música (ainda bem) o sistema de som inteiro praticamente “se auto-suicidou-se a si mesmo”.

Primeira palavra que veio a cabeça? “- FODEU!” – claro, a vida não seria perfeita sem um momento desses para quebrar a rotina.

Chegando em casa, resolvi por meios próprios entender o que raios poderia ter acontecido, antes de sair desmontando todo o conjunto, de cabeça fria, olhei para o voltímetro da coluna de instrumentos e o mesmo indicava 13,5v.

Nessa voltagem posso dar várias partidas ainda no carro, sendo que o mínimo seria os 12v. Afastei o pouco a caixa de som e vi o mega capacitor com apenas 8v…. tem coisa errada… na frente 13,5 e atrás 8v, cadê os outros 5,5v?

O problema é que o módulo Mono consome muita energia, existe perda de energia porque uma única bateria não consegue manter todo o sistema em perfeito funcionamento, o que deve ser feito neste caso é a instalação de uma segunda bateria, muito comum em projetos de som automotivo.

O problema é conseguir um local de fácil acesso, que não seja quente para que a não ocorra problemas com a bateria, normalmente estas baterias de som que são vendidas no mercado nacional necessitam de uma manutenção semestral, devido a esta característica a bateria não poderá ser instalada e esquecida (como acontece na maioria dos projetos que eu já vi).

A bateria escolhida para o projeto foi a Impact de 90a, popularmente conhecida por ser uma das melhores baterias para som automotivo, embora seja comum encontrar diversas críticas sobre esta bateria – principalmente pelo fato dela ter somente 6 meses de garantia, enquanto a média da concorrência são os 12 meses – escolhi ela por custo x benefício e por ter usado ela em um projeto de som bem similar ao do Corsa.

Na foto a imagem da bateria assim que eu retirei ela, deixei ela no carro por 5 dias para ver se elaxava algum cheiro ou se ocorria algum vazamento. A bateria é bem mais pesada do que a de 60a que eu já tenho no carro.

Uma dica para quem está montando um esquema de 2 baterias, utilize um disjuntor automotivo para ligação do som e um residencial (se não tiver outro) para ligar as baterias em paralelo.

A vantagem do disjuntor diante do fusível é a praticidade em que ele é acionado em caso de alguma irregularidade elétrica. No caso do fusível o mesmo é queimado e você deverá substituir a peça. No caso do disjuntor apenas um clique no botão e o sistema será ligado novamente.

A lateral do lado direito do carro possui as medidas exatas para fixação da bateria sem roubar espaço da caixa dutada. No meu caso procurei ser o mais específico possível, porque não gostaria de retirar a bateria para tirar a caixa e trocar o estepe quando necessário.

A bateria foi fixada por uma base metálica do tipo cantoneira. E para prender a bateria foram utilizados cintos de segurança doados por um carro velho,  para fechar e abrir fica fácil e rápido, além do material ser bem resistente.

Faz aproximadamente 4 meses, desde a instalação desta bateria e até agora nenhuma ocorrência, não vazou e fiz alguns testes bem pesados no final do ano de 2010. Tenho ainda 2 meses de garantia e o meu alternador permanece original do corsa 1.6

Abraços