Embreagem


Boa tarde,

 

Estava lendo alguns tópicos na internet sobre carros preparados e vi que pouca parte deles possuem embreagem própria para a nova potência do carro, normalmente para reduzir o custo do projeto de preparação, as pessoas normalmente permanecem com o conjunto original de suspensão, freio e embreagem, com o objetivo de “moer” para depois trocar por outra original ou preparada.

Normalmente o conjunto original, quando novo, aguenta bem o serviço, porém sua vida útil é reduzida em pelo menos 50%, supondo que uma embreagem tenha uma vida útil de 60mil km, esta quando utilizada em um carro de alta performance, aguentaria o serviço por no máximo 30mil km.

Vou detalhar alguns pontos sobre a embreagem, assim partir para um novo tópico sobre embreagem de cerâmica.

A embreagem destina-se a desligar o motor das rodas motrizes quando se efetua uma mudança de velocidade ou quando se arranca. Torna-se assim possível engatar suavemente uma nova engrenagem antes da transmissão voltar a ser ligada, ou quando houver um novo arranque, permitindo que o motor atinja as rotações suficientes para deslocar o automóvel.


O desembrear faz-se separar três partes do conjunto da embreagem: o volante do motor, o disco e o platô, ou placa de pressão da embreagem. O volante do motor está fixado por meio de parafusos ao virabrequim e roda solidário com este; o disco de embreagem encaixa, por meio de estrias, no eixo primário da caixa de cambio e, assim, roda com este; o platô da embreagem fixa o disco de encontro ao volante do motor.

Quando se diminui a pressão do platô (carregando no pedal da embreagem), o virabrequim e o eixo primário da caixa de cambio passam a ter movimentos independentes. Quando o motorista soltar o pedal, aqueles tornam-se solidários.
Ambas as faces do disco da embreagem, um disco fino de aço de elevada tenacidade, estão revestidas com um material de fricção (a guarnição da embreagem). Quando o disco da embreagem está fixado de encontro ao volante do motor por meio do platô da embreagem, a força de aperto deverá ser suficientemente grande para evitar qualquer deslizamento – patinagem – sempre que o motor transmite o binário motor (torque) máximo ao volante.


As expressões “embreagem de diafragma” e “embreagem centrífuga” derivam dos processos segundo os quais a carga é aplicada aos revestimentos de fricção. Numa embreagem de molas, o platô é impelido por um certo número de molas helicoidais e aloja-se, juntamente com estas, numa tampa de aço estampado, fixa ao volante do motor. As molas apoiam-se nesta tampa e exercem pressão sobre ela.
Nem o disco da embreagem, nem o platô estão ligados rigidamente ao volante do motor, podendo ambos aproximar-se ou afastar-se deste.

 

Obrigado

 

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