Limitador de Velocidade e Piloto Automático – C4


Boa tarde,

Vou tentar explicar detalhadamente como funciona estes 2 recursos presentes na versão mecânica do C4 (Hatch ou Pallas).

Ambos os recursos: Limitador de Velocidade e Piloto Automático são mais conhecidos em carros automáticos, são raros os carros manuais que possuem estes recursos, vamos aos detalhes.

 

Limitador de Velocidade:

Quando configurado o carro não ultrapassa a velocidade definida.

Eu gosto deste recurso porque evita com que o motorista fique com sono e diminui as chances de tomar uma multa. Você poderá ficar com o pé “embaixo” e o carro não irá ultrapassar o limite.

Existem alguns riscos, tais como uma ultrapassagem (principalmente carreta) o ideal é desligar o recurso na ultrapassagem, quando se está a 120km/h e precisa ultrapassar uma carreta, pelo menos um pico de 140km/h você precisa atingir. Já teve alguns casos que eu tive que chegar a 150 km/h porque o motorista acelerou junto comigo na descida (#daputa_style).

 

Piloto Automático

Este é excelente para quem teve uma câimbra, o carro acelera sozinho na subida e na descida ele controla a velocidade, as vezes ele ultrapassa 2, 3 km/h mas é extremamente normal, é preciso estar bem acostumado para usufruir deste recurso, porque são poucas as pessoas que conseguem manter a mesma velocidade por uma viagem longa. Normalmente nos últimos quilômetros da viagem o motorista está fadigado e para ele os 120km/h parece ser bem mais do que está registrado no painel.

Diferente de carros de luxo o sensor dianteiro disponível nas versões Exclusive não identifica se o carro está prestes a bater em algo (somente na primeira marcha).

VolanteC4

 

Para utilizar é simples, ao lado esquerdo do volante existe um botão giratório com as informações LIM — 0 — REG

Ao lado os botões de controle SET+ e SET-

O LIM é o limitador de Velocidade e o REG é o Piloto Automático, basta selecionar a função e configurar a velocidade limite ou automática.

No painel aparecerá a informação “off” por default as opções ficam desligadas até que você configure corretamente.

Para acionar o recurso basta pressionar o botão PAUSE (acima do botão giratório).

 

 

Obrigado

 

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Equipamentos de Segurança – Película Antivandalismo


Bom dia

 

Diante de um caos na segurança pública,  ultimamente as pessoas estão cada vez mais, recorrendo a métodos de segurança que a alguns anos atrás eram pouco comuns. Hoje estes métodos se tornaram cada vez mais acessíveis ao bolso do consumidor.

Alguns métodos de segurança como alarme de estepe, rastreador, bloqueador, rastreador, blindagem, película antivandalismo, alarme, etc..

Destes métodos o que eu pretendo avaliar e detalhar desde o processo e compra e instalação será a película antivandalismo, pesquisei em diversos lugares e vi que existe uma diferença de preço gritante. Fiquei desconfiado desde os preços mais acessíveis até os mais caros, tentei entender o que difere um produto do outro.

Antes de mais nada, tenha em mente que a película antivandalismo não pode ser instalada no vidro da frente do carro, por questões de segurança, em uma situação de emergência caso seja necessário quebrar o vidro, o parabrisa deve ser o único local onde o corpo de bombeiros poderá quebrar sem dó nem piedade e com facilidade.

Mas antes de tudo, lembre-se que o parabrisa possui uma camada interna que evita estilhaçar o vidro em caso de pancada e de fábrica ele é o vidro mais espesso do carro, evitando assim ação de criminosos em caso de assalto. Embora todo ladrão seja burro, não ficaria surpreso em saber que teve algum que quebrou o vidro da frente e entrou pelo parabrisa para realizar o roubo/furto.

Vi na internet até um “protetor de fechadura” para evitar o famoso arrombamento, este item é no mínimo interessante, já que o preço de um miolo novo para alguns carros pode ultrapassar R$ 1500,00 e este serviço com certeza deve ser feito na concessionária, por questão de segurança da chave, qualidade do produto etc.

Considerando que 80% dos assaltos ocorrem estourando o vidro lateral, 19,99% através do vidro traseiro e 0,01% pelo parabrisa frontal, com a película você estará de fato evitando ou ao menos dificultando a ação criminosa.

Em relação aos custos, os mesmos podem variar de acordo com o carro, um carro sedan, hatch suv, e station wagon podem ( e terão) preços bem diferenciados, isso se deve não pelo grau de dificuldade – que no meu entendimento deve ser a mesma dificuldade de um Fusca – mas é que a área envidraçada do carro é maior e a película é comprada por m² + valor de mão de obra.

O valor de mão de obra deve ser sempre o mesmo, o que realmente difere é o custo do material, para fazer um serviço em um  pequeno Fiat 147 deveria ser mais barato do que em um Honda Accord, porém como existem lojas mercenárias (carro bom = serviço mais caro), se o cliente aparecer com um Mini Cooper o custo será o mesmo do Accord.

Durante essa semana irei realizar a cotação em alguns lugares e tentar entender qual é o produto que será aplicado, garantia, durabilidade e  tempo de instalação, até o presente momento eu não conheço nenhuma marca de película do mercado, embora eu já tenha ouvido falar os nomes de algumas, estou partindo do zero, evitando qualquer tendência na minha avaliação.

As lojas serão selecionadas aleatoriamente, considerando apenas que darei preferência para a ZS de São Paulo, até mesmo pela facilidade de locomoção, concessionárias entrarão no circuito da minha pesquisa, porque aparentemente a rede de concessionárias estão investindo cada vez mais em acessórios devido a margem de lucro e facilidade na venda, um cliente compra um carro financiado em 60x e leva junto todos os acessórios genuínos da marca e insulfilm, tapetes, etc etc etc… até proteção de pintura é oferecido para carro zero – sempre pensei que  a pintura de fábrica era protegida (de fato é).

Uma das maiores vantagens além da segurança oferecida pela película é a redução do ruído externo em 25% (acho que é uma puta mentira, mas isso também será avaliado). Vou medir o ruido do carro com o apoio de um Decibelímetro.

Acompanhem e colaborem.

Obrigado

Adaptação – Freio a Disco Traseiro – Corsa B


Boa noite,

Ultimamente  recebido a ajuda de diversos amigos, a grande maioria do CorsaClube, porém pela minha falta de tempo raramente eu tenho respondido os emails dos colegas, tendo em vista que ninguém é louco o suficiente para fazer uma adaptação irreversível como essa, vou tentar descrever o máximo possível como foi a experiência de utilizar freios de 312mm na frente (um pouco maior do que do Omega) e 234mm na traseira (original do Kadett/Monza/Vectra A) .

Bom, vamos aos fatos…

Esqueça tudo o que você sabe sobre frenagem, alterar os discos de freio nesta proporção fará o seu carro parar quase que instantaneamente, sabe quando você freia com o pé esquerdo em carros automáticos? é a mesma sensação de parar um carro com freios especiais.

Outra questão é que adaptação é acima de foda complicada, lembre-se que se o cabo quebrar ou se o freio falhar, você automaticamente entrará em uma situação de alto risco, tenha em mente que a cada curva nos primeiros km da adaptação você deverá sentir o carro e voltar a confiar nele.

Por último não menos importante… a alteração nos freios é proibido pelo Contran as resoluções 319/2009 e 262/2007 deixam claro que é necessário passar por uma vistoria antes e depois da alteração, caso contrário seu carro não poderá circular, existem outras normas que deixam bem claro, porém em uma rápida pesquisa no Google encontrei essas duas.

Existe um fator importante… tudo é caro, não existe freio barato, mesmo em desmanche, que aliás é uma alternativa pouco inteligente, lembrando que você usará o carro para transportar você, sua família e ter total convicção que está em um veículo seguro para você e para a sociedade… dependendo da situação do carro no desmanche o antigo dono não teve a mesma sorte… logo freios “remano” ou usados não é uma boa alternativa, tendo em vista que o serviço de torneiro mecânico para desempenar os discos usados pode não ter sido de boa qualidade e o mesmo poderá dar uma tremenda dor de cabeça para você.

Tá mas…. freio novo para Corsa B não existe – beleza, procure por empresas especializadas que ofereçam um produto de qualidade com garantia, o desmanche é uma opção para quem realmente não quer investir e provavelmente não se preocupa em pagar mais caro a médio prazo.

Onde comprar?

Eu comprei o meu kit na PowerBrakes, excelente empresa, atendimento e entrega eficientes, localizada na zona sul da capital (próximo a Marginal Pinheiros) a PowerBrakes realiza a fabricação de diversos kits par diversos carros. Eles oferecem peças de reposição para freios especiais a pronta entrega, ou seja, o risco de você ficar sem pastilhas ou discos de reposição é bem pequeno.

Tive receio no começo, principalmente pelo fato de usar freios especiais (são frisados) normalmente o povo comenta falando que a pastilha é devorada pelo disco em poucos meses de uso. Para o dia-a-dia a pastilha está durando quase 1 ano (disco dianteiro) e eu nunca troquei as pastilhas do disco traseiro (a um pouco mais de 1 ano e meio).

Isso irá variar muito de motorista para motorista e de carro para carro, lógico que motoristas que tem mais “pegada” esportiva irão achar o freio uma merda porcaria, porque terá pouca durabilidade. Mas no meu caso que ando cerca de 700km por mês na cidade e 2400km de estrada estou bem contente e satisfeito com a durabilidade do kit.

Chega de conversa furada…. Como instala o kit?

O kit em si não é problemático de ser instalado, mesmo porque possui um modelo específico para cada carro, com furação e tamanhos exatos, o kit vem completo ou seja não re-utilizei nenhum componente do carro.

Um detalhe importante é a substituição de todo o fluído de freio, com freios especiais, existe uma necessidade de utilização de um fluído mais eficiente, originalmente alguns carros vem com fluído DOT 3 ou DOT4, para melhor eficiência do conjunto utilize DOT 4 e lembre-se… JAMAIS misture os fluídos, faça o sangramento dos freios do carro até secar o reservatório para encher novamente com o novo fluído. Existe o DOT 5.1 que é para carros de rua, porém nunca li algo que informasse que ele é muito mais vantajoso do que o DOT4.

Um dos fatores importantes para garantir total eficiência do conjunto é o Hidrovácuo… infelizmente no Corsa o Hidrovácuo é pequeno, e você aumentando os discos da frente ou usando um kit traseiro fará com que ele trabalhe em condições pelas quais ele não foi projetado,  será uma questão de tempo para a peça demonstrar fadiga exagerada, principalmente em trânsitos excessivos (como descidas para a praia em época de verão, feriado e férias…. 12h para percorrer um trajeto de 60km é estressar demais os componentes do carro).

Já logo de cara troque o Cilindro Mestre do Carro (se for usado como o meu), porque a peça fará você retornar ao mecânico em poucas semanas, ficará evidente que o Cilindro Mestre não dará conta do recado.

Segundo Karin Nice, quando você pressiona o pedal de freio, ele empurra o pistão-primário através de uma haste. A pressão aumenta no cilindro e nas linhas à medida que o pedal é mais pressionado. A pressão entre o pistão-primário e o secundário força este a comprimir o fluido em seu circuito. Se o freio estiver funcionando de maneira correta, a pressão será a mesma em ambos os circuitos.

Um dos principais problemas que eu identifiquei no Kit são os Flexíveis e as tubulações por onde passará o fluído, são exageradamente grandes, os flexíveis logo de cara que troquei por menores do Monza e a tubulação eu levei para um torneiro cortar e refazer a cabeça do tubo, para se ter uma ideia, o tubo foi cortado em 60% no comprimento. A PowerBrakes não oferece mão-de-obra, somente fabrica e vende.

Não use o tubo que vem, embora eu dei uma olhada no site, parece que os novos kits estão bem menores, de qualquer forma é preciso verificar se haverá necessidade de cortar ou não, porque lembrando que um serviço mal feito irá afetar diretamente a sua segurança e a de outras pessoas.

Uma dica que eu dou para quem está começando a preparar o carro, comece pela suspensão e freios, não espere turbinar primeiro para fazer essas modificações, mesmo porque um carro turbo torna-se um problema quando o fator “parar” não é obedecido.

O resultado final é esteticamente excelente e funcionalmente um dos melhores upgrades que se pode fazer no carro. Eu já vi aquelas calotas com um freio a disco traseiro de enfeite… acredite aquilo é vergonhoso, quem tem coragem de andar com aquilo merece tomar um tapa com a mão aberta com os 5 dedos na cara….

Não tenho grana para o Kit, existe um plano B?

Nenhum plano B quando se fala em segurança, merece ser discutido… sua conta em risco amigo, caso tenha alguma experiência boa, por favor compartilhe com os demais.

Um dos riscos em ter algo que não é confiável é que você nunca sabe quando terá um trânsito absurdo… vou postar abaixo algumas fotos de uma viagem que eu fiz recentemente, passando pela Castello Branco (rodovia) o havia até um helicóptero do resgate para socorrer.

Quando se pode esperar por um acidente de proporção gigante (o google maps não estava atualizado)….. fiquei horas para andar poucos metros… eu estava cansado e estava sentindo que o carro também estava começando a ficar quente – sou pobre… ar condicionado e direção hidráulica em 2004 eram itens de luxo e extremamente caros.

Todo mundo desligou os carros, alguns saíram dos carros, largaram tudo, estava fácil para serem roubados, principalmente porque realmente teve uma galera que saiu do carro e caminhou por alguns metros (deixando o carro aberto) para ver a maldita desgraçados outros.

Neste anda-e-para é que o freio começa a se desgastar excessivamente…. o ideal é não parar de forma brusca… sim, existem idiotas que socam o pé com toda a força do mundo quando andam em trânsito caótico, simplesmente para descontar o stress no carro – depois a porra droga do cabo quebra e o pessoal fala que o produto é de má qualidade….

Voltando aos fatos… eu desvio um pouco do assunto mas tudo é pertinente…

O que eu fiz para instalar de forma mais eficiente…

No destaque vermelho da foto, aquela cabeça do cabo (ela tem o formato de um cogumelo – para não dizer outra coisa)  quebrou com a vibração do cabo, que era grande demais e eu cabaço enrolei esse cabo dando voltas e voltas como se ele fosse uma corda ou algo mais flexível.

Levei em um torneiro ele cortou 60% da peça, com isso ela ficou bem curtinha e eu pude prender ela nos suportes destacados pela imagem laranja da foto. Ali bem preso a peça não vibra e o conjunto não quebra.

Outra coisa que eu troquei foram os flexíveis traseiros por flexíveis (também traseiros) do Monza, são menores e não raspam na lataria, os que vieram no Kit ficavam raspando na lataria do carro e o risco de quebrar ou até mesmo cortar o material era grande.

O freio de Mão (marca verde da foto) tive um probleminha…. não tinha onde prender, prendi com presilha (famoso esgoela gato), não deu outra… 3 meses depois pufff caiu e o freio de mão ficou quase raspando no asfalto (não quebrou a peça pq eu fi rapidamente), raspava quando passava em lombada.

Coloquei uma presilha de ferro (ou algo parecido, não lembro) mas sei que aguenta alta temperatura e não quebra.

Um serviço bem feito fará o seu carro parar bem e o melhor de tudo, com qualidade e segurança.

Bom galera é basicamente isso, vou tentar ao longo das semanas escrever algo mais técnico e detalhar ainda mais a adaptação, deixei aqui só algumas preocupações e dicas rápidas para quem está querendo alterar o sistema de frenagem do carro.

Abaixo um vídeo bem legal sobre fluídos de freio.

Obrigado

O que é um Chassi?


Boa tarde,

Recentemente fui em um estacionamento que me pedia na ficha de cadastro o número do chassi, estava com um amigo no estacionamento e surgiu o seguinte questionamento: “- O que é o Chassi?”

O chassi é aestrutura que suporta a máquina, e faz a mesma função que o esquelo dos animais. Os chassis são compostos geralmente de duas vigas de ação que ficam ao longo de todo o veículo e por isso são chamadas longarinas, e são unidas por vigas transversais, chamadas travessas.


Estas travessas são soldadas ou rebitadas nas longarinas, de modo a formar uma estrutura leve e forte. O chassi apóia-se sobre os eixos dianteiros e traseiros das rodas. Algumas vezes, para a aumentar a capacidade de carga do veículo, se usam 2 eixos traseiros, além do dianteiro (como em caminhões).
No caminhão a maior parte do peso da carga fica na carroceria, e esta fica na parte traseira do caminhão, sobrecarregando mais o eixo traseiro.


Por isso, ele é mais reforçado na parte traseira e o eixo traseiro é o mais reforçado do que o eixo dianteiro, tendo geralmente duas rodas de cada lado, Na parte dianteira, ficam apoiados o motor e a cabine, que são mais leves do que a carga.
O chassi é construído com duas longarinas, e seis travessas.
As duas travessas das exremidades são utilizadas como pará-choques. Por isso, qualquer batida mais forte que o veículo sofra é suportada pelo chassi. A travessa central do chassi é usada geralmente como suporte do motor. As longarinas são feitas de chapas de aço carbono moldadas em prensas a frio, isto é, à temperatura da cabine, sem pré-aquecimento.


Deste modo, a estrutura interna do aço se modifica, melhorando a sua resistência mecânica. O chassi deve permanecer rígido, sem torncer ou movimentar-se excessivamente, não permitindo a carroceria se movimente ou deforme.
Para cada chassi produzido pela montadora, existe um número de identificação único, que possui uma regra clara, onde é possível identificar o fabricante, marca, modelo, versão, ano modelo e sequência do carro na linha de montagem.
O número sequencial pode ser uma ótima referência para veículos de coleção, onde a sequência pode definir o nível de raridade do carro, normalmente as primeiras versões da linha acabam tendo um valor sentimental e financeiro mais alto.
Já imaginou ter o primeiro Fusca da linha de montagem?

Embora seja difícil uma vez que os primeiros veículos provavelmente são sucateados, porque existe um nível de maturidade que a linha precisa atingir e fatalmente os primeiros carros apresentaram algum tipo de problema de montagem que será resolvido depois de um lote.

Obrigado

Dicas para 2 baterias


Boa tarde

 

Vou postar aqui algumas dicas de como eu instalei a segunda bateria no Corsa Classic.

Existe um espaço vago no Corsa, que eu nunca soube para que exatamente ele serve, o forro do porta-malas praticamente esconde essa lateral e o tamanho é grande o suficiente para instalar uma nova bateria. No meu caso eu optei pela Impact de 90ah, faz exatos 2 anos que eu fiz essa instalação e hoje ao tirar as fotos eu me surpreendi ao observar que vazou um pouco da bateria.

Este problema é comum nas Impacts (por isso ela perdeu um pouco da boa fama), mas normalmente ocorre logo no vencimento da bateria (após 6 meses) – deve ser por isso que o período de garantia é pequeno.

Um dos contras em instalar a bateria ali é que é um lugar pouco ventilado e isso poderá aquecer um pouco mais do que o comum a bateria.

Para fixar ela, foi soldado direto na lataria do carro uma cantoneira de ferro (qualquer serralheiro consegue fazer) nas medidas exatas da bateria.

Para prender a bateria, foi usado um cinto de segurança de fusca, essa “fita” é prendida por um parafuso e uma pequena base de ferro.

Tudo muito simples, para retirar a bateria precisa ter uma chave do tipo catraca, devido o pequeno espaço que sobra para trabalhar com  a bateria depois de instalada.

Obrigado

Correia Dentada


Boa noite

A vida útil das correias na maioria dos carros brasileiros é de 50 mil quilômetros. Deve-se consultar o manual do proprietário para saber com exatidão quando a troca deve ser feita. É recomendável, entretanto, fazer uma inspeção a cada 15 mil quilômetros.

Se o carro trafega freqüentemente em áreas com terra e lama, que sujam a correia e aumentam seu desgaste, é bom fazer uma verificação antes desse prazo.  A correia dentada é responsável pelo sincronismo entre o virabrequim (eixo que faz os pistões se movimentarem) e o comando das válvulas. “Ela é o ‘maestro’ do motor, mantém tudo funcionando de forma sincronizada”, explica Miguel Cesário, gerente de serviços da Abolição Veículos, no Rio de Janeiro. Simplificando, ela funciona como um “fusível” do motor. Quando a peça, feita de borracha, se rompe, o motor pára de funcionar. “Uma falha da correia faz com que as válvulas, as câmaras e os pistões ‘batam’ de forma desordenada. O risco de danificar gravemente o motor é grande”, informa Cesário.

Se mesmo assim você insistir em andar com o carro sem a correia dentada adequada você vai estar correndo riscos de acabar com o motor, se acontecer o rompimento dessa correia várias peças primordiais que ficam dentro do motor vão se quebrar e necessariamente terá que refazer todo o motor de seu carro, além de tudo que retifica de motor não é barato, fica na base de uns 2 mil reais.

Fonte: Dicasautore

IPVA 2012 – Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores


Boa noite,

O Final do Ano é marcado sempre por festas e comemorações importantes, alguns aproveitam o final do ano para trocar de carro também, a oferta acaba sendo menor e os descontos são maiores, a oferta é menor pelo simples fato do carro ter a sua desvalorização maior agora na virada do ano.

Algumas concessionárias apresentam valores atrativos, documentação grátis e alguns mimos só para ganhar a venda, o consumidor por sua vez, as vezes esquece que logo no começo do ano terá que arcar com alguns impostos, na sua grande maioria são cobrados valores altos e podem comprometer o orçamento familiar em alguns casos.

O IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) é um destes impostos que todos nós pagamos com o maior desgosto da vida, teoricamente ele deveria arrecadar fundos para cobrir as despesas de manutenção de vias públicas, sinalização, saúde, educação, segurança, transporte, etc. Aliás… o imposto também é cobrado para proprietários de embarcações e aeronaves, nada escapa!

O valor cobrado é por veículo e pode variar de 1% até 4% do valor de tabela do mesmo, lembrando que o valor é por veículo… quem tem mais de um carro na garagem deverá arcar com as despesas individuais de cada veículo, carros com mais de 20 anos são isentos do imposto.

Para você não ficar perdido em relação aos vencimentos, segue abaixo uma tabela com as datas de cada vencimento de acordo com a placa do carro, lembrando que o valor pode ser pago em até 3x com desconto ou valor integral após o vencimento do boleto.

Para caminhões o vencimento é diferente

Segundo o site ZAP, o pagamento do IPVA deve ser realizado da seguinte forma.

Para efetuar o pagamento do IPVA 2012, basta contribuinte se dirigir a uma agência bancária credenciada, com o número do RENAVAM (Registro Nacional de Veículo Automotor), e efetuar o recolhimento no guichê de caixa, nos terminais de auto atendimento, pela internet ou débito agendado, ou outros canais oferecidos pela instituição bancária. A lista de bancos credenciados está disponível no site da Secretaria da Fazenda (www3.fazenda.sp.gov.br).

Consulte o IPVA do seu carro AQUI.

Obrigado