Instalação de Som


  • O ideal é consultar um Profissional de confiança e levar o carro a lojas especializadas em som automotivo, pois a instalação errada pode comprometer o sistema elétrico e colocar em risco a garantia do veículo, quando novo;
  • Antes de tudo, observe se o instalador fará uma checagem no chicote elétrico, nos fios, sistema de alimentação e na instalação de som do carro usando um multímetro para medir impedância, polaridades etc.;
  • Confira se a potência do som não irá comprometer o sistema de alimentação do carro, o que pode requerer a instalação de uma bateria com maior amperagem e mudança na fiação elétrica;
  • Ao escolher um aparelho de som, opte pelas grandes marcas e busque referência sobre os recursos disponíveis. Prefira os aparelhos que oferecem conectividade com recursos de porta USB, leitor de MP3/WMA e Bluetooth;
  • Vale lembrar que conforme a Resolução 204 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), emitir som superior a 104 decibéis no carro é passível de multa de R$ 127,69 além de cinco pontos na carteira de habilitação.
  • Assim como o sistema elétrico do carro, o som também deve ser avaliado e regulado por profissionais certificados. Isso garante o melhor desempenho e diversão garantida a bordo.

Esquema – Instalação Pionner


Boa noite,

Segue abaixo o esquema de cores que devem ser utilizados para ligar os cd-players da marca Pionner.

Vermelho – Cabo que pode ser ligado à chave de controle de ignição: você pode ligá-lo juntamente com o “cabo positivo” do cd-player, caso você ligue na chave de ignição você só poderá escutar seu rádio com a chave no contato.
* Laranja – Cabo Positivo: geralmente possui um porta-fusível e deve ser ligado à bateria (ou à um cabo que possui sempre 12V com ou sem chave na ignição).
* Preto – Cabo Terra (negativo): (preto) deve ser ligado em um ponto da lataria perto da instalação do rádio.
* Azul – Cabo Remoto: deve ser conectado a sua antena elétrica e/ou amplificadores e equalizadores. Quando o rádio é ligado obtemos 12 Volts nesse cabo que serve de controle para ligar outros aparelhos juntamente com o rádio. Também possui um porta-fusível.
* Cabos de áudio: verifique para não ligar invertido (trocando positivo com negativo, esquerda com direita, frente com traseira,etc).

Cuidados com os cabos de alimentação


Boa noite!

#  Puxe a fiação positiva diretamente da bateria:
# Tome muito cuidado com curtos-circuitos, utilize anéis de borracha quando o cabo passa por buraco na lataria;
# Lembre-se que a lataria é o pólo negativo ( ou terra ) de todo sistema elétrico. Se você encostar o fio positivo na lataria causará um curto-circuito que pode danificar a bateria, a fiação, ou outros componentes eletrônicos de seu carro como injeção eletrônica ou outros componentes.
# Instale um porta-fusível perto da bateria (no máximo 50 cm).
# Não passe fios perto de cantos afiados e utilize sempre anéis protetores.
# Puxe a fiação negativa do sistema diretamente da lataria do carro, próximo de onde foi fixado o Amplificador ou CD-Player. Assegure-se de que tenha um bom contato com a lataria lixando o local.
# Lembre-se de que ambos os cabos positivos e negativos de sua alimentação devem ter espessuras idênticas para fazer fluir a corrente elétrica pelo seu sistema.
# Utilize sempre a menor distância para passar os cabos de alimentação.
# Nunca passe cabos de alimentação perto dos cabos de áudio.
# Certifique-se de que haja ótimo contato entre os cabos e os terminais do amplificador ou porta-fusívies

Potência, RMS e PMPO


RMS, acrônimo para Root Mean Square, é uma medida usada para definir a potência de aparelhos de reprodução de audio. Existem duas medidas que são utilizadas atualmente, sendo a padronizada RMS e a não-padronizada PMPO.

Para o Brasil, segundo a ABNT, a potência RMS de um aparelho de áudio é definida como a potência máxima que o aparelho pode suportar durante no mínimo duas horas initerrúptas de funcionamento. Durante este teste, ocorre a reprodução de um ruído padrão, chamado ruído rosa. O RMS é preferível quando se trata da medida da potência elétrica de alto-falantes e amplificadores, onde o valor do RMS corresponde à potência efetiva que um aparelho de som é capaz de fornecer sem distorções por tempo indeterminado.

CD/MP3 Players


Boa tarde

– MP-3
O MP-3 (MPEG-1 Layer 3) é um formato de áudio digital de alta qualidade bastante usado na Internet. O grande atrativo do formato é que os arquivos MP-3 podem ser comprimidos até 1/12 do tamanho de um arquivo de som digital formato WAV (o mais comum para áudio digital).

– Loudness
Função que reforça automaticamente os graves (abaixo de 100 Hz) e os agudos (acima de 10 Hz) para compensar uma menor sensibilidade do ouvido humano a essas freqüências durante audições com baixo nível de volume.

– Tuner
Circuito ou equipamento cuja função é captar os sinais das emissoras de rádio ou TV. Normalmente vem embutido nos televisores, videocassetes e receivers, mas também pode ser adquirido à parte (no caso do sintonizador AM/FM). Pode ser analógico ou digital.

– ID3 Tag
Simplesmente coloque o disco para tocar e os dados de texto rolam no display, tornando muito fácil o acesso e a identificação da pasta e do arquivo.

– Estéreo
Sistema de som com dois canais, esquerdo e direito. No caso dos videocassetes, existem dois tipos de gravação estéreo: a linear, com as cabeças de áudio fixas e a hi-fi com cabeças giratórias. No primeiro caso, a resposta de freqüências é limitada, enquanto que no segundo ela cobre toda a faixa de freqüências audíveis (20 Hz a 20 kHz). Os videocassetes estéreo linear não são mais fabricados.

– Flipdown
frente removível de segurança contra roubo, que permite ao usuário remover a frente da unidade principal e colocá-la dentro de um estojo para transporte. Só permanece à vista no painel do carro uma caixa preta que não chama a atenção.

– BMX
Os formatos de compressão de áudio, como o MP3 e o WMA tendem a atenuar os níveis de som de alta freqüência, principalmente nas passagens em que o sinal da gravação fraco. O BMX (Equalizador Bitmétrico) compensa essa atenuação aumentando o volume da reprodução de sons em freqüências maiores, melhorando o balanço musical geral.

– EQ
Equaliza e balanceia as faixas de frequência de acordo com as características acústicas do interior do seu automóvel.

– EEQ (Equalizador de Fácil Controle)
A modelagem do som fica inteiramente sob seu comando. Você pode ajustar o som de acordo com características sonoras do interior do veículo e da música que quer ouvir.

– SFEQ
Proporciona uma imagem acústica natural que não pode ser expressa unicamente por meio de ajustes do equalizador. A reprodução da música incorpora uma presença natural, na qual os vocais ganham destaque.

– Comando Rotativo
Um grande botão rotativo é a chave para a operação rápida e versátil da unidade principal. Recomendado para o acesso aos títulos de músicas gravadas em grandes volumes de arquivos MP3 ou WMA altamente comprimidos.

– Saída Pré-AMP
Saída pré-amplificada estéreo de canal. Podendo ser traseiro e/ou dianteiro.

– Anti-Choque
Para garantir uma perfeita leitura do sinal, o compartimento óptico é montado sobre um chassis de três camadas amortecedoras de borracha/silicone, criando uma suspensão flutuante.

– BTB
Função que ajusta o som trazendo um reforço de graves e agudos.

– ATT
Função que atenua, com apenas um toque, o volume do som.

Som automotivo


Boa tarde,

Neste post irei esclarecer um pouco mais sobre os seguintes equipamentos:

  • Amplificadores
  • Alto-Falantes
  • Caixa Acústica
  • MegaCapacitor

Amplificadores

São equipamentos eletrônicos que recebem o sinal enviado pela unidade principal, o amplificam e o usam para alimentar os alto-falantes, usando a bateria do veículo como fonte de energia. Existem dois tipos principais de amplificadores: os chamados “mosfet” que amplificam o sinal enviado pelas saídas RCA da unidade principal, e os chamados “booster”, que amplificam o sinal enviado pelas saídas amplificadas da unidade principal.

Os “mosfet” geralmente tem melhor qualidade de áudio, contando tipicamente com centenas de componentes, porém os “booster” ainda são muito usados, principalmente no mercado brasileiro, devido ao seu baixo custo. Os preços e potências nominais variam muito, podendo ser encontrados amplificadores de 20 até 20000 Watts RMS.

Amplificadores “mosfet” geralmente são amplificadores com fontes de alimentação do tipo PWM, e pertencem quase sempre à classe AB. No entanto, amplificadores para grandes potências, geralmente utilizados para a reprodução dos sons graves e subgraves, costumam pertencer à classe D, devido ao seu maior rendimento, e por consequência produzem menos calor e exigem uma instalação elétrica de menor porte do que o equivalente em classe AB.

Alguns amplificadores mais sofisticados oferecem o recurso de indicação de clipping do sinal e até circuitos anti-clipping. Clipping é o ceifamento do sinal por excesso de ganho, e essa distorção em volumes altos é a principal causa de queima de alto-falantes.

Alto-Falante


São comumente divididos em tweeters, mid-ranges e woofers, em que cada tipo é responsável pela reprodução de uma determinada faixa de freqüência. Eles são vendidos agrupados ou separados, sendo o número de componentes as chamadas vias do alto-falante. Alto-falantes multivias, como um coaxial por exemplo, possuem um médio e um tweeter, enquanto um triaxial possui um médio e dois tweeters. Já os alto-falantes vendidos separadamente são chamados de “kit componente” e o mais comum é que se encontre em duas vias. Os kits componentes incluem divisores de freqüência (ou crossover em inglês), que como o próprio nome diz, divide o sinal de áudio, enviando os agudos para o tweeter e os médios para o alto-falante médio. Devido a isso, os kits componentes são mais indicados para projetos que visam a qualidade do som.

– Alto-Falante – Axiais
Os alto-falantes axiais reúnem em uma só unidade dois (coaxiais) ou três (triaxiais) alto-falantes montados em um mesmo eixo. Da mesma maneira que os full-range, são utilizados onde não existe espaço suficiente para montagem de um sistema com woofer, midrange e tweeter.

– Alto-Falante de agudos – Tweeter
Alto-falante especialmente projetado para responder às altas freqüências. Pode utilizar cone de papel, plástico ou metais nobres, leves e rígidos. Também são construídos em domos ou fitas metálicas ou de plástico.

– Alto-Falante de graves – Woofer
Alto-falante especialmente projetado para responder às baixas freqüências (consideradas aproximadamente de 20Hz a 500Hz). O cone utilizado, embora rígido estruturalmente, possui borda bastante flexível para facilitar altas excursões nas freqüências mais baixas.

– Alto-Falante de médios – Midrange
Alto-falante destinado à reprodução das freqüências médias (consideradas aproximadamente de 500Hz a 5KHz).

Caixa Acústica


– Caixa dutada
Caixa acústica com um ou mais subwoofers, com as mesmas características da selada, porém com a presença de um duto, cano com um certo diâmetro e comprimento específico utilizado para sintonizá-la.

– Caixa pull pull
Também chamada de puxa-puxa, semelhante à push pull, consiste em dois subwoofers, porém na mesma fase e um atrás do outro.

– Caixa selada
Caixa acústica com um ou mais alto-falantes, geralmente subwoofers, totalmente vedada para evitar vazamentos acústicos, largamente usada em instalações simples e complexas.

Mega Capacitor

Basicamente servem para suprir a necessidade dos amplificadores nas rápidas requisições de corrente elétrica, isso ocorre nas batidas da música, essa necessidade não é suprida pela bateria, pois sua construção não permite que ela responda com uma velocidade compatível com a velocidade de variação da música.

Em analogia com o carro, seria como o sistema de Nitro (óxido nitroso), sendo requisitando quando necessita de mais velocidade. A música pede que você esteja a 150Km/h mas você está a somente 100Km/h, liga o Nitro e rapidamente você alcança a música.

Existem dois casos onde o capacitor entra em funcionamento. No primeiro caso, imagine uma música com batidas secas (pah!) e rápidas. Isso causa um pico de consumo de corrente. Nesse momento o capacitor entra em ação fornecendo corrente suficiente para essa requisição momentânea, descarregando mais rápido do que a velocidade da bateria para suprir essa demanda de corrente, logo depois o capacitor se carrega, até antes da próxima batida seca.

Num segundo tipo, imagine uma música com batidas longas (buuuuuuuummmm, buuuummmmmm). Isso causa um pico de consumo, mas mais prolongado. O capacitor se descarrega rapidamente, antes de teminar a batida. Nesse momento a bateria precisa carregar o capacitor e também fornecer corrente para o amplificador.

Obrigado